segunda-feira, 18 de junho de 2012

Consuma alimentos que protegem a pele do frio do inverno



Usar protetor solar e hidratante para proteger a pele do frio do inverno são rituais fundamentais, mas o que poucos sabem é que uma dieta balanceada também ajuda a deixar a pele mais bonita na temporada do frio.


A primeira providência está nos líquidos. Nesta época do ano, é comum as pessoas tomarem menos água. Isso prejudica a hidratação da pele. Um corpo hidratado apresenta uma pele macia e elástica.

O segundo passo é balancear sua dieta. Inclua nela fontes de vitaminas e minerais. Aposte em itens da estação como morango, framboesa, laranja, mexerica, limão, repolho e cenoura. Esses legumes, frutas e hortaliças possuem antioxidantes, que previnem o envelhecimento precoce.

A soja é outro alimento importante. A pele possui receptores para as isoflavonas, substâncias presentes na soja que evitam o ressecamento e melhoram a elasticidade da pele. Além da soja, as castanhas, nozes e amêndoas, que são ricas em vitamina E, selênio e antioxidantes, são importantes aliadas para manter a pele saudável e bonita.

Óleos de peixe e de prímula também são indicados como coadjuvantes no cuidado da pele, por sua ação antiinflamatória. O óleo de peixe, mais conhecido como ômega 3, tem efeitos benéficos como tratar inflamações da pele. Já o óleo de prímula estimula a produção de lipídeos, que são responsáveis por manter a pele hidratada, íntegra e protegida.

E, mesmo com as tentações que surgem com o frio, tente ficar longe de alimentos gordurosos, evitando assim que a pele fique oleosa. O chocolate, por exemplo, principalmente o branco e o ao leite, contém açúcares, gordura e leite em grandes quantidades, podendo favorecer o aumento da oleosidade da pele, e consequentemente o aparecimento de cravos e espinhas.



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Para emagrecer mais rápido

Acabar com o excesso de peso nem sempre se resume a reduzir porções de comida e fazer exercícios. Desequilíbrios relativamente frequentes podem boicotar o sonho de uma barriga chapada. Por isso, conheça questões cruciais de saúde que você deve discutir com seu médico ao ingressar em um programa de emagrecimento.


A receita para emagrecer parece simples. Em regra, ingerir menos calorias do que se gasta seria o suficiente para exterminar as dobrinhas indesejadas. Mas o organismo, em sua complexidade, necessita de equilíbrio em uma gama de hormônios e mecanismos fisiológicos para que o gasto energético se dê de maneira eficiente. E qualquer alteração nesse sistema pode, sim, empacar o objetivo de enxugar a cintura.
Pensando nesse impasse, a Sociedade Americana dos Médicos Bariátricos acaba de divulgar um alerta com questões que devem ser discutidas com um especialista na hora de traçar uma estratégia para afinar a silhueta.
É claro que a investigação desses pontos-chave ficará a critério do médico, com base na análise do seu histórico. Em caso de suspeita, muitas vezes ele poderá lançar mão de exames de sangue ou até de imagem. Mulheres obesas e com casos de doença de tireoide na família, por exemplo, são mais propensas a distúrbios hormonais. Por isso devem ter suas taxas avaliadas e, se necessário, se submeter a um ultrassom da glândula. Já aos pacientes diabéticos que não costumam se expor ao sol, podemos solicitar a dosagem de vitamina D, envolvida no controle dos níveis de açúcar no sangue.
Tenha em mente que esses pequenos desajustes são obstáculos na batalha contra o sobrepeso. E resolvê-los pode acelerar à beça a conquista de um novo corpo.


SERÁ QUE ESTOU PRONTO PARA UM PROGRAMA DE EXERCÍCIOS REALMENTE EFICAZ PARA QUEIMAR CALORIAS?

Para ingressar na atividade física, não basta levantar do sofá e se matar de correr na esteira. O sobrepeso acarreta problemas que precisam ser levados em conta antes do início do treino. O indivíduo obeso deve passar por uma consulta médica que identifique lesões ortopédicas — principalmente artrose nos joelhos e quadris —, hipertensão e outras doenças cardiovasculares.
Outra precaução importante é uma análise postural, realizada por um fisioterapeuta ou educador físico. A obesidade modifica o centro de gravidade do corpo, acarretando encurtamentos musculares, dores e sobrecarga nas articulações.
Só então, com base nas eventuais limitações diagnosticadas, os especialistas definem o treinamento mais adequado, com adaptações seguras que favoreçam pra valer o gasto calórico. Com o coração em ordem e os músculos devidamente alongados, fortalecidos e protegidos, a meta é aumentar a intensidade do exercício aos poucos, até atingir, pelo menos, 30 minutos diários de uma caminhada rápida, por exemplo.

ATÉ QUE PONTO MINHA TIREOIDE PODE ATRAPALHAR A DIETA?

Localizada no pescoço, essa glândula controla, por meio de seus hormônios — tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3) —, o ritmo de funcionamento do corpo todo. Em níveis adequados, o T3 e o T4 induzem a queima de gordura nos adipócitos, células que armazenam essas partículas.
Mas há casos em que a tireoide fica preguiçosa e o metabolismo trabalha vagarosamente.Trata-se do hipotireoidismo, doença que costuma ser provocada por um ataque do sistema imunológico contra a glândula. Dessa forma, é necessário apelar para o uso de hormônio sintético.
Aí, o melhor é cuidar da tireoide para ela não pifar de vez. Dormir bem, combater o estresse e o cigarro preservam a glândula. E o mais importante: manter o sal, mesmo que em doses comedidas, na alimentação. Ele contém iodo, indispensável para a fabricação dos hormônios. Por fim, fuja das dietas muito restritivas.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Cirurgia plástica e os cuidados necessários


Fazer cirurgia plástica está na moda, mas é preciso tomar alguns cuidados para obter os resultados desejados. Tire todas as suas dúvidas e tome a decisão certa.


Aumentar o peito, diminuir a barriga, arrebitar o nariz. Na busca pelo corpo perfeito há sempre um detalhe para ser aprimorado. Por isso a cirurgia plástica tem se popularizado tanto. O Brasil é o segundo país entre os que mais fazem esses procedimentos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entre 2007 e 2008 foram feitas 630 mil cirurgias plásticas. 


As operações podem fazer muito bem aos pacientes. Na Belvivere trabalhamos para melhorar a autoestima das pessoas. Pesquisas mostram que a aparência física está diretamente relacionada com o bem-estar emocional e social.

Todo cuidado é pouco 


Porém, fazer a cirurgia plástica não é tão simples como fazer uma limpeza de pele. Inclusive, ela pode se tornar um problema se não forem tomados todos os cuidados necessários. Basta ver o caso da humorista Fabiana Karla, a Dra. Lorca do programa Zorra Toral. Dois meses depois de reduzir as mamas, em dezembro de 2009, a atriz teve uma infecção nos pontos. A seguir, veja o que é preciso fazer para alcançar o resultado desejado e deixar o seu corpo ainda mais bonito.

Para obter os melhores resultados 

1. Escolha bem
Uma equipe médica e um hospital de qualidade previnem problemas; 

2. Seja realista 
Não adianta desejar o corpo da atriz Giovanna Antonelli se essa não é a sua estrutura física; 

3. Prepare-se 
Estar em boa forma física e psicológica ajuda na cirurgia e na recuperação; 

4. Conheça os riscos 
Todos os procedimentos cirúrgicos podem ter consequências ruins. Procure se informar sobre elas antes; 

5. Evite os impulsos 
Fazer uma cirurgia de supetão, só porque a sua colega de trabalho fez ou para reconquistar o companheiro, não é boa ideia. Os melhores profissionais, por sinal, nem realizam a cirurgia sem um acompanhamento psicológico da paciente. E isso é feito em uma entrevista prévia.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Lipo - Campeã das cirurgias plásticas


Campeã das cirurgias plásticas - é o procedimento mais feito pelas brasileiras -, a lipoaspiração conquista cada vez mais adeptas, tornando-se acessível também para mulheres com pouco dinheiro, mas que buscam uma forma física perfeita. Entenda em que casos a lipo é indicada e saiba como escolher:



1. Quando é indicado fazer uma lipoaspiração?
A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico indicado para pessoas que têm um acúmulo de gordura localizada que a paciente não consegue eliminar através da combinação de dieta e exercícios físicos. A lipo não é um método de emagrecimento.



2. Ela é a única forma de eliminar a gordura localizada?
Na maioria dos casos, sim. Ela é indicada quando uma pessoa perdeu todo o excesso de peso, mas o volume de gordura concentrado em algum lugar continua. Nas mulheres, por exemplo, isso acontece principalmente no culote, onde costuma restar uma gordura que é difícil de perder da forma convencional.



3. Em que casos a cirurgia não deve ser feita?
As principais contraindicações referem-se a casos de pacientes que tenham excesso exagerado de peso ou muita flacidez de pele. Se a pessoa não apresenta condições clínicas adequadas - quando tem hipertensão, alergia severa ou arritmia, por exemplo - o procedimento também é desaconselhado. É preciso ter cautela antes de operar pacientes muito jovens. É importante se certificar de que a pessoa tenha tentado outros métodos antes. Caso confirmada a necessidade, o procedimento pode ser feito a partir dos 17 ou 18 anos.



4. É necessária a realização de exames prévios?
O paciente deve ser submetido a todos os exames que são obrigatórios antes de qualquer outro tipo de cirurgia. É imprescindível a realização de uma boa avaliação clínica. É com ela que o médico diagnosticará quais são as necessidades específicas de cada pessoa. Numa pessoa idosa, por exemplo, a atenção pode ser voltada para problemas relacionados ao coração.



5. O médico precisa ter especialização em cirurgia plástica para fazer uma lipo?
Não. Segundo estabelece a resolução do CRM, "há necessidade de treinamento específico para sua execução, sendo indispensável a habilitação prévia em área cirúrgica geral". Ou seja, médicos como dermatologistas ou cirurgiões sem formação em nenhuma especialização são autorizados a fazê-la.

6. Quais complicações são mais comuns durante o procedimento?
A lipoaspiração é uma cirurgia como outra qualquer e, por isso, apresenta sérios riscos. Entre as complicações estão a embolia (quando uma placa de gordura ou de sangue se desloca e obstrui outro local) e as reações alérgicas anafiláticas. Além dos exames pré-operatórios e de avaliação clínica, é importante que a paciente tenha uma conversa sincera com o médico antes da operação. Muitas vezes a pessoa está tomando ou tomou um remédio que não quer contar para o médico por medo que ele proíba o procedimento. Se isso acontece, o risco de apresentar alguma reação inesperada é maior.


7. Como funciona o processo de recuperação do paciente?
Se a pessoa realizou um procedimento leve, em poucos locais, o processo de recuperação costuma ser bastante tranquilo. Nos dez primeiros dias, o paciente deve evitar praticar exercícios físicos pesados, como levantar peso ou fazer longas caminhadas. É importante ainda observar o aparecimento de manchas roxas. Caso diagnosticadas, o paciente deve evitar tomar sol até que elas desapareçam. Além disso, os médicos também indicam o uso de malhas de compressão, para evitar um edema, além de sessões de drenagem linfática, para amenizar o inchaço.

8. É possível fazer lipoaspiração em qualquer parte do corpo? Até quantos quilos dá para eliminar com a operação?
Teoricamente você pode fazer o procedimento em todas as partes, menos em localidades onde pode haver lesão de órgãos ou vasos sanguíneos. Locais como a área abaixo do joelho ou a face são proibidos. Quanto aos quilos a serem eliminados, o CRM estabelece que até 7% do peso corpóreo do paciente pode ser retirado numa lipoaspiração úmida, quando se injeta soro fisiológico para ajudar no procedimento, e no máximo 5% numa cirurgia seca. Por exemplo: uma pessoa que pesa 70 quilos, pode aspirar, no máximo, 4,5 quilos.

9. Qual a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura?
Os dois termos são praticamente sinônimos. Na lipoaspiração, apenas retira-se a gordura de um determinado local do corpo. Na lipoescultura, o médico usa a mesma gordura retirada na lipoaspiração e a enxerta em outro lugar que o paciente desejar remodelar ou preencher.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Crioterapia: uma alternativa ao uso do botox

A Crioterapia é um tratamento estético baseado no princípio da homeostase. Segundo ele, nosso organismo, quando exposto ao frio, queima lipídios para restituir sua temperatura. Assim, em regiões que requeiram redução localizada de gorduras, aplica-se gel ou bandagens embebidas num líquido especial que induzam a produção de ondas frias em função da evaporação dessas substâncias.


A crioterapia é recomendada nos casos de redução de gorduras localizadas e não em casos de obesidade excessiva e generalizada. Com a natural redução de gorduras localizadas, no decorrer do tratamento, é comum o surgimento de flacidez, contido com a realização de 15 a 30 minutos de ginástica isométrica logo após a retirada das bandagens ou com o gel, a fim de obter uma rápida e efetiva rigidez muscular. 

O tratamento crioterápico não é próprio para celulite, no entanto, quando esta estiver associada à obesidade, a crioterapia pode ajudar a localizar a celulite para seu posterior tratamento específico. O tratamento além de não danificar a firmeza dos tecidos, provoca no organismo uma reação natural e controlada, ocasionando a redução de centímetros.


Como alternativa ao botox

Por décadas a toxina botulínica (botox), tem sido utilizada para  tratamento de rugas e marcas de expressão, sendo o procedimento estético mais realizado no mundo. Estima-se que somente nos EUA sejam aplicados seis milhões de doses por ano.

Encontra-se em testes na Europa e no Canadá um tratamento por congeladura que pode substituir o uso da toxina. Trata-se  de um aparelho que por meio de duas agulhas produz uma lesão nos nervos que causam a contração muscular e as rugas, sem produzir danos a pele. Os primeiros estudos têm utilizado uma aplicação de 30 segundos e seu efeito tem durado em média entre 2 e 4 meses. Trata-se de uma tecnologia muito nova e ainda precisa de muitos testes para ser liberada no mercado, contudo os resultados são promissores.




segunda-feira, 14 de maio de 2012

Rinoplastia (Cirurgia do Nariz)



Por ter estrutura complexa, o nariz apresenta uma grande variação entre raças e indivíduos. A rinoplastia é voltada para a correção das desproporções do nariz, tornando-o mais harmonioso com o restante da face e assim aprimorando a estética facial.
A cirurgia plástica do nariz pode ser associada com cirurgias que visam à correção da função respiratória (ex: septoplastia, turbinectomia) em pacientes que respiram com dificuldade.
Como cada paciente tem uma genética própria, não é possível escolher um nariz que se pretende ter (por exemplo: igual ao de alguém), mas sim corrigir e aperfeiçoar o próprio nariz, ficando com o nariz que se é possível ter, mais harmônico com a face.

Indicação:
Desproporção ou desarmonia entre nariz e face, e nariz inestético.

Tipo de anestesia:
Local com sedação ou geral.

Tempo de internação:
Geralmente 24 horas.

Pós-operatório:
Após a rinoplastia, o paciente fica com um curativo de gesso ou acrílico por 7 dias e outro de fita adesiva por mais 7 dias.
É comum ocorrer na face edema (inchaço) e equimose (aspecto roxo), que geralmente regridem em até 21 dias. Um edema residual persiste por até 6 meses, sendo notado pelo paciente como um endurecimento da ponta nasal.
Qualquer trauma no nariz deve ser evitado por 2 meses depois da rinoplastia, pois como às vezes é feita fratura dos ossos nasais, um trauma pode levar ao deslocamento dos ossos.
Deve-se evitar calor (sol, banhos e ambientes muito quentes, etc.), pois o calor leva ao aumento do edema (inchaço).

Complicações: São muito raras na rinoplastia, podendo ser citadas: sangramento pós-operatório, hematoma, infecção, obstrução nasal, irregularidades, assimetrias e problemas anestésicos.

Resultado Definitivo: O resultado definitivo da rinoplastia é alcançado entre 6 meses e 1 ano, porém já há grandes mudanças a partir de um mês.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Limpeza de Pele

A limpeza de pele é um recurso simples para deixar a pele mais bonita. Se os cravos persistem apesar da higienização diária, lance mão do procedimento!
A limpeza de pele só deve ser feita em peles com comedões, ou seja, cravos. Não há restrição ao tipo de pele, nem se estiver bronzeada; se tiver acne, porém, cuidado: pessoas com acne devem fazer, mas as lesões inflamatórias não podem ser mexidas, só os cravos. 





Periodicidade

A limpeza pode ser feita de tempos em tempos, dependendo da avaliação das lesões da pele por um especialista. Quando o paciente inicia quadro de acne com indicação de limpeza, a médica exemplifica. A média é de uma vez por mês para quem tem muitos cravos.  



Passo a passo

O profissional coloca um produto emoliente para amolecer as lesões, usa vapor para dilatar os poros e, em seguida, começa a extração manual ou com extrator. Há lesões que precisam ser tiradas com micro agulha. Terminado o processo, coloca-se uma substância calmante que permanece quinze minutos na pele e em seguida o paciente é liberado com solução anti-séptica. Na Belvivere o procedimento é realizado com aparelhos de última geração, podendo, a critério do paciente, fazer uso de anestésico para alívio da dor. 

A tecnologia ajuda. Há, por exemplo, o extrator por sucção, não recomendado para peles sensíveis. E o uso da luz azul, que tem ação antiinflamatória. 



Marcas no rosto?

A limpeza de pele não deixa marcas no rosto. O que provoca cicatrizes é a acne inflamatória.



Em casa

Nada de espremer os próprios cravos. Em vez disso, use produtos que auxiliam a limpeza diária da pele sem agredi-la. Uma máscara de argila ajuda a deixar a pele mais limpa.