segunda-feira, 24 de junho de 2013

Pós-operatório e drenagem linfática

Depois de uma abdominoplastia ou de uma lipoaspiração, uma das recomendações médicas durante o período pós-operatório é a realização de uma drenagem linfática. Tudo porque existe uma passagem maior de líquidos por meio dos vasos sanguíneos que propicia inchaços. Este procedimento auxilia na eliminação das toxinas no organismo, o que alivia essa sensação, sem contar que contribui no processo de cicatrização. Trata-se de uma massagem na região que foi submetida à operação e não oferece nenhum sintoma de dor.
Outras cirurgias que também requerem a realização da drenagem linfática são a ginecomastia, a mamoplastia,implantação de próteses de silicone, blefaroplastia e o lifting. Essa massagem precisa ser feita de maneira suave, sem imposição de força para não comprometer os vasos linfáticos. Muitos salões de cabeleireiros, por exemplo, oferecem o serviço, mas nem todos têm condições adequadas e profissionais aptos para a realização desse procedimento estético.

Ao contrário do que se imagina, a drenagem linfática não contribui para o emagrecimento, pois ela não elimina gordura. A eliminação de água acarreta em uma diminuição das medidas, mas porque o inchaço foi removido da região que passou pela cirurgia. Dessa forma, esse método tem como objetivo melhorar o aspecto da pele e remover o desconforto causado pelo líquido acumulado. Por causa disso, a drenagem linfática é realizada manualmente, somente onde precisa, o que gera benefícios para o restante do corpo.
A drenagem linfática tem vantagens e, uma delas, é o estímulo à circulação por causa dos movimentos específicos na região operada. Além de ter papel fundamental no pós-operatório, pessoas que passam muito tempo com roupas apertadas também podem recorrer ao método, sem problema algum, para minimizar aquela sensação chatinha de retenção de líquidos. A massagem alivia também uma das vilãs da mulherada, a celulite, e ameniza os desconfortos das cólicas menstruais.
A influência da drenagem linfática no pós-operatório também se refere à regeneração dos tecidos, pois elimina edemas que podem surgir após a operação. Sem contar que o efeito é relaxante. O uso de cremes e óleos é vetado, mas, para dar aquele climinha confortável, muitos profissionais fazem uso de aromatizantes dentro das salas de massagem.
Par não cair em ciladas, sempre verifique as condições e as referências do local. Quem realiza a drenagem linfática são fisioterapeutas. Esteticistas também possuem aval, mas, em ambos os casos, é preciso checar o profissionalismo e se a execução desse processo foi satisfatória em outras pessoas.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Rugas: 7 hábitos que aceleram o envelhecimento da sua pele


Dependendo do caso, é possível eliminar praticamente todas as marcas precoces de envelhecimento com tratamento. Uma mulher jovem com sinais leves pode reverter esse quadro em quase 100% em, no mínimo, um ano de tratamento - que deve incluir cremes, filtro solar, peelings e laser. Nas fumantes, o processo é bem mais demorado: pelo menos cinco anos para perder o tom amarelado e recuperar a elasticidade. Já para aquelas que têm a pele envelhecida pelo sol, a notícia não é boa. Se a radiação solar alterou o DNA das células, não há tratamento que resolva.

1. Sol - Adeus, pele lisa!

"Se eu pudesse dar um conselho em relação ao futuro, diria: ‘usem filtro solar’." A frase de um vídeo famoso na internet faz todo sentido. Os raios UVA e UVB são responsáveis por 90% dos sinais prematuros de envelhecimento. A radiação danifica o DNA das células, aumenta os radicais livres (átomos ou moléculas liberadas pelo corpo que causam problemas ao organismo), quebra as fibras elásticas e colágenas e ainda provoca manchas.

2. Má alimentação - Marcas moderadas

Alimentos ricos em nutrientes como selênio, licopeno, flavonoides, coenzima Q10 e vitaminas C, E e A reduzem os radicais livres e atuam na produção de colágeno e elastina. Na falta desses antioxidantes e da hidratação adequada, a pele fica mais flácida e as marcas surgem. Quem é muito gordo parece ter a pele saudável, mas não é bem assim. Ela só está "esticada". Basta perder peso que as rugas se tornam visíveis.

3. Make - Danos leves

Se for de boa qualidade, a maquiagem até ajuda a bloquear a radiação solar. Mas se a limpeza no fim do dia não for bem feita, os resíduos obstruem os poros e, assim, impedem que os tecidos epiteliais fiquem oxigenados. Sem poder respirar, a pele fica mais oleosa e sem vida. Podem surgir ainda cravos e espinhas - que você vai querer disfarçar com mais maquiagem...

4. Álcool - Estrago evidente

O excesso de bebidas alcoólicas provoca o aumento dos radicais livres (eles, de novo!) e barra a absorção de vários nutrientes. Assim, o esforço para andar na linha com a dieta pode ser inútil caso você beba demais. A exceção feliz é o vinho - a uva possui resveratrol, um antioxidante.

5. Estresse - Estrago evidente

Rugas de preocupação não surgem só por causa da cara fechada. É que a adrenalina (hormônio da tensão) reduz a quantidade de proteína P53, gene que protege o genoma. Isso causa danos ao DNA, o que provoca o aumento de radicais livres. Como, em geral, o estressado come mal e dorme menos, a aparência sofre ainda mais.

6. Cigarro - Rugas explícitas

Logo atrás da radiação solar, ele é um dos maiores vilões da epiderme. A nicotina quebra as fibras colágenas e elásticas. Resultado: uma pele amarelada, enrugada, manchada e sem vida.

7. Falta de sono - Marcas moderadas

Quem tem o costume de dormir pouco fica não só com olheiras, mas com toda a pele com aspecto cansado. Isso ocorre porque, no momento do sono, é produzido o hormônio do crescimento (GH), responsável pela renovação celular e pela qualidade da cútis. Sem as preciosas horas para recarregar as energias, esses fenômenos simplesmente não acontecem.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Mastectomia preventiva: entenda por que Angelina Jolie retirou os seios


A revelação da atriz Angelina Jolie ao jornal The New York Times, de que realizou uma mastectomia dupla preventiva, ou seja, removeu os dois seios para diminuir o risco de desenvolver câncer de mama no futuro, provocou polêmica. Angelina não está doente, mas se submeteu à cirurgia após um teste genético indicar que ela carrega um gene defeituoso, o BRCA 1. O gene faz com que suas chances de ter câncer de mama e de ovário sejam maiores do que as das mulheres que não o possuem. A atriz tomou a iniciativa de descobrir se tinha o gene porque tem um histórico de câncer de mama na família – sua mãe morreu aos 56 anos, depois de dez anos de luta contra a doença. Mas será que a retirada total de seios perfeitamente saudáveis foi uma escolha razoável?

A mastectomia preventiva é uma tendência americana, que surgiu em meados dos anos 90, quando cientistas descobriram que uma mutação nos genes BRCA 1 e BRCA 2 apresentava forte relação com o câncer de mama. “Os genes causam defeito numa proteína supressora de tumores, deixando as pessoas mais suscetíveis ao seu desenvolvimento”, explica o médico oncologista Ricardo Caponero. A verdade é que basta ser do sexo feminino e viver até os 80 anos para ter, pasme, — 10% de chance de desenvolver o tumor. Agora, entre as que apresentam alterações genéticas, como Angelina, a probabilidade pula para 87%! Para verificar a presença dos genes defeituosos, basta um teste genético simples, com amostra da saliva ou de sangue, por exemplo.

Reconstrução da mama com silicone
O câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil —, daí a ideia de cortar o mal pela raiz . Afinal, a mastectomia preventiva tem uma eficácia que chega a 92%. Significa que apenas 8 em cada 100 mulheres que retiram a mama têm o câncer mais tarde. Mais: a cirurgia plástica e as próteses de silicone evoluíram e os resultados estéticos estão cada vez melhores. “Hoje, a pele, os mamilos e as aréolas são preservados na maioria dos casos”, explica mastologista Diógenes Basegio. A cicatriz é mínima. E, mais importante: o risco de ter câncer de mama cai drasticamente, de 87% para 5%. Ou seja, depois da cirurgia, quem carrega o gene defeituoso tem menos chance de ter um tumor do que quem não o carrega.

Decisão delicada

Mesmo assim, os médicos só sugerem a operação depois de descartarem todos os tratamentos e analisarem a relação custo/benefício.
A cirurgia em si não é complicada. A de Angelina durou oito horas e em poucos dias ela saiu do hospital e retomou a sua rotina.
Mas há vários efeitos colaterais: perda da sensibilidade nos seios e impossibilidade de amamentar (já que as glândulas mamárias são removidas). Por isso, o melhor é que a mulher tenha entre 40 e 50 anos, idade em que provavelmente já tem filhos e não amamenta mais. Outro risco da técnica é o de as mamas ficarem frias devido à remoção de veias e dos vasos sanguíneos.
Apesar desses efeitos, Angelina, já com 37 anos, já teve filhos, conversou com a família. No caso dela, o risco é muito grande para se correr. É como sair de casa sabendo que você tem 87% de chance de ser atropelado.”..

Plano B, C...

A cirurgia não é a única arma para evitar o tumor. “Existem terapias hormonais que podem diminuir em até 70% os riscos. Ser examinada com maior freqüência é a saída menos radical, mas requer disciplina. Para ir ao ginecologista a cada seis meses, e fazer, se ele pedir, ressonância magnética, mamografia e ultra-sonografia todo ano, antes mesmo dos 40 anos. Assim, quando o tumor aparecer (se ele aparecer), estará tão pequeno que poderá ser eliminado sem a necessidade de extirpar toda a mama. “Não são todas as mulheres com a mutação nos genes BRCA 1 e BRCA 2 que deverão ter a doença”. Além disso, a presença da mutação no gene não é condição para o seu surgimento, pois 70% das pessoas que têm câncer de mama não possuem o gene defeituoso.

terça-feira, 7 de maio de 2013

10 passos para uma cirurgia plástica segura


Todo processo cirúrgico exige preparação e cuidados essenciais para uma recuperação rápida e tranquila. Confira dez passos para não cair em uma roubada!

1. Desconfie de facilidades como cirurgias milagrosas em consultório com retorno imediato das atividades.
2. Desconfie de cirurgias na hora do almoço.
3. Preste atenção nos preços incoerentes com os procedimentos.
4. Não existe lipoaspiração segura em consultórios.
5. Não há novidades o tempo todo. Existem, sim, boas técnicas estabelecidas que, quando bem usadas, geram excelentes resultados.
6. Organize-se antes da cirurgia para não ficar preocupada com assuntos ligados ao trabalho ou ao lar. A sua recuperação é prioridade.
7. Siga todas as recomendações feitas pelo médico. Por isso, respeite o período de recuperação.
8. Informe-se sobre as restrições que envolvem cada etapa da operação.

9. Só tome analgésicos e anti-inflamatórios prescritos pelo médico, caso tenha algum desconforto. Evite a automedicação!

10. Compareça a todas as consultas de acompanhamento determinadas por seu cirurgião plástico.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Criolipólise elimina gordura localizada sem cirurgia



Você faz parte do grupo de mulheres que sonha incinerar as gordurinhas a mais, mas morre de medo de encarar uma lipoaspiração? Por isso, há dois anos, quando se começou a falar em criolipólise, uma opção estética no combate a essas inimigas, muitas mulheres se interessaram pela técnica.
As células adiposas são submetidas a baixas temperaturas e morrem. Sem corte, furo, anestesia ou hematomas! Mas se essa maravilha existe faz tempo, por que só agora falamos dela? Porque a criolipólise, como outros tratamentos, precisa de um prazo para comprovar sua eficácia. E o fato é que ela segue firme entre os especialistas como menina dos olhos no quesito exterminadora de gordurinhas. É a única que oferece resultado em 100% dos pacientes.
Além disso, as outras técnicas existentes apenas diminuem as partículas gordurosas, não as destroem. O acúmulo não volta, enquanto os outros métodos estão sujeitos ao novo inchaço da célula e retorno do tecido adiposo. E como a gordura é quebrada lentamente, é seguro (não causa embolia) e não provoca flacidez.
No último meeting de San Diego, nos Estados Unidos, os médicos confrontaram todos os ‘ultras’, radiofrequência e afins com o CoolSculpting (o aparelho usado para a criolipólise). E concluíram: frio é a única tecnologia que causa a morte natural da gordura. Maravilha!


Efeito picolé

Nas décadas de 1970 e 1980, dois estudos foram publicados: um notava que as crianças que tomavam muito sorvete passavam a ter covinhas nas bochechas. O segundo, que cavaleiros de regiões gélidas apresentavam sulcos nas coxas, áreas mais expostas ao frio. Ultimamente, pesquisadores de Harvard, liderados pelos doutores Rox Anderson e Dieter Mainstein, passaram a investigar seu uso na medicina estética. Os estudos demonstraram que somente uma temperatura e um período específico são capazes de destruir seletivamente as células de gordura. Se a exposição ao frio for excessiva, a camada superior da pele pode ser danificada, porém se ela for moderada, nada ocorre. Depois, ao estudar as células adiposas, descobriram que elas morriam se submetidas àquela temperatura específica. Assim, foi criado o aparelho CoolSculpting, que suga a gordura e congela a área.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Tabagismo e Plástica: Combinação Perigosa!


Para as fumantes que estão pretendendo fazer uma cirurgia plástica, uma má notícia: fumar pode aumentar em até quatro vezes as complicações durante as cirurgias, tanto no pré quanto no pós-operatório.
Os fumantes podem ter complicações respiratórias pós-cirúrgicas e maior dificuldade para a cicatrização, além do fumo elevar o aumento da produção de radicais livres, desencadeando uma reação de oxidação - o que proporciona o envelhecimento precoce.

Além da produção de radicai
s livres, cada cigarro leva a um período de diminuição no calibre dos vasos sanguíneos, aporte de oxigênio e nutrientes na região da pele. Alguns estudos apontam um aumento de até quatro vezes o número de complicações e intercorrências em decorrência do tabagismo, especialmente no aparelho respiratório, necrose e cicatrização da área operada.

Nos casos em que se realizam cirurgias com amplos descolamentos, como é o caso das cirurgias plásticas, a tendência é de haver um risco maior de comprometimento do processo de cicatrização. Isso pode levar ao surgimento de necroses teciduais, deiscências de suturas (afastamentos das partes costuradas) e de coleções líquidas, dentre outras complicações.

Por esse motivo é aconselhável que cessem o fumo já no período que precede a operação. Recomendamos parar de fumar, no mínimo, um mês antes da plástica e por tempo variável após a cirurgia. A piora na cicatrização e aumento de complicações são conhecidos por todos os médicos e o paciente que deseja realizar a cirurgia em segurança precisa estar ciente dos riscos.

O tabagismo ainda contribui para a tosse e infecções respiratórias, o que pode aumentar a pressão arterial ocasionando sangramentos, além da grande possibilidade de ‘estourar os pontos’ em cirurgias como abdominoplastia ou plástica e implante de mamas. Mas, não é só isso, na cirurgia plástica de nariz a mucosa nasal pode ficar mais sensível durante a fase de recuperação, sem falar que o tabagismo também aumenta muito a chance de necrose (morte da pele) em casos de operações ou lifting faciais.

Portanto, independente do tipo de cirurgia que você pretende se submeter, o médico afirma que vale a pena o esforço de parar de fumar. O tabagismo, associado à exposição solar sem proteção, constitui um fator externo que agrava, e muito, o processo de envelhecimento natural.

segunda-feira, 8 de abril de 2013


Matéria da Dra. Glayse Favarin no Jornal Folha do Vale, de Braço do Norte. A cirurgiã atende em Braço do Norte na Clínica Pais e Filhos. Mais informações pelo telefone: (048) 3658-0122.

Saiba mais sobre Prótese de Mama (Mamoplastia de Aumento)  

A cirurgia de implante mamário (prótese de mama) esta entre as duas cirurgias plásticas mais realizadas atualmente no Brasil. Isso talvez seja uma conseqüência dos inegáveis benefícios trazidos por esta cirurgia para qualidade de vida e auto-estima das pacientes  apresentando geralmente modificações positivas com ambos  efeitos na esfera física, psicológica e social, uma vez que as mamas tem sido reconhecidas através dos tempos em diferentes culturas como símbolo de feminilidade, sensualidade e maternidade.

O tamanho e forma das mamas são afetados diretamente por fatores como a idade, genética, gravidez,  mudanças bruscas no peso, exposição solar e por último a ação da gravidade. Desta forma pacientes que estão insatisfeitas com o tamanho de suas mamas ou que tenham experimentado alterações em sua aparência original (como o que acontece em alguns casos após a gestação), poderão conseguir resultados importantes através das técnicas de implante mamários. È muito importante saber que o aumento das mamas isolado pode não conseguir sozinho corrigir grandes quedas ou assimetrias (diferença entre as mamas). Nesses casos pode ser necessária a associação de uma plástica mamária com retirada de excesso de pele e implante de prótese para assim conseguir o resultado esperado.
Os implantes mamários mais utilizados no Brasil são os de silicone preenchidos com gel de alta coesividade. Esses materiais são seguros e não existem evidencias  cientificas,  em vários estudos nacionais e internacionais que surgiram que aumentem o risco de doenças como: câncer de mama, doenças imunológicas ou do tecido conjuntivo.  As incisões para colocação das próteses podem ser feitas nos sulcos abaixo das mamas, nas axilas ou em torno das aréolas. Cada uma dessa vias tem suas vantagens e desvantagens aos quais deverão ser discutidas amplamente com o cirurgião plástico no momento da consulta.
Existem vários tamanhos e formas para os implantes de mama. Alguns implantes são redondos, outros tem forma de gota (anatômicos). As projeções dos implantes podem também variar. Cabe ao cirurgião plástico, de acordo com o desejo da paciente e levando em conta seu biótipo físico selecionar o implante mais adequado para preservar a harmonia perfeita entre o volume das mamas desejado e o tamanho do tórax.