segunda-feira, 4 de março de 2013

Posso fazer cirurgia plástica?


Pode. Mas antes de tomar essa grande decisão, que vai mexer tanto com o seu corpo e sua autoestima, você precisa saber de algumas coisas. Por isso, a gente esclarece as principais dúvidas sobre plástica nos seios, no nariz e nas orelhas.

1. Com que idade eu posso fazer uma plástica?

É recomendado que um adolescente só faça uma plástica depois que ele tiver parado de crescer. No seu caso, isso acontece dois anos depois da vinda da menstruação e precisa ser comprovado com um raio-X do pulso. O otoplastia (nome da cirurgia que corrige orelhas de abano) pode ser feita a partir dos 6 anos. E a redução de mamas também, desde que seja um pedido do ortopedista.

2. Como eu sei que a plástica é a melhor decisão para mim?

Você precisa pensar bem se a parte do corpo que quer operar a incomoda tanto a ponto de você encarar uma cirurgia para mudá-la. Será que a sua vida vai ser tão melhor se seus peitos forem maiores ou você só quer fazer isso pra chamar a atenção de alguém?

3. Como é uma cirurgia plástica?

Se você decidiu mesmo fazer a cirurgia, vai ter que fazer alguns exames antes, pedidos pelo médico. No dia, a rotina é parecida com a de outra cirurgia qualquer: tem que fazer uma dieta alimentar e tomar anestesia.

4. Demora muito para o meu corpo voltar ao normal?

Você vai sentir dor, pode ter hematomas e ficar com o corpo roxo. Só depois de 15 dias é que dá para voltar à sua rotina, mas ainda tendo que se cuidar. No caso das cirurgias nos seios, você vai ter quer usar um sutiã especial e não vai poder se movimentar muito. No caso das orelhas, terá que usar uma faixa ao redor da cabeça por um mês. Já o nariz pode demorar até três meses para desinchar. E você vai precisar de um tempinho para se acostumar com o seu corpo novo também. Afinal, a mudança é grande!

5. E se eu me arrepender depois?

Dificilmente dá para voltar a ter o corpo de antes. Por isso, pense bem. Escolha um médico bem legal, converse muito com ele e até com quem já se operou. Só faça a cirurgia se tiver certeza do que quer!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cirurgia Facial Masculina




Já se foi o tempo em que plástica era assunto apenas de mulheres. É cada vez maior o número de homens que consideram a plástica como mais uma arma na luta pela ascensão profissional e contra o envelhecimento. E como suas companheiras, eles também querem igualmente sentir-se mais bonitos e atraentes.

A diferença mais óbvia entre a plástica facial masculina e feminina reside na estrutura e nas proporções do rosto de cada um. No caso dos homens, por exemplo, as maçãs e o queixo são mais proeminentes. Outra área crítica, mas menos óbvia, é a sobrancelha. Normalmente, as sobrancelhas dos homens são mais baixas do que as das mulheres.

Embora a maioria dos procedimentos utilizados sejam basicamente o mesmo das mulheres, certas características tipicamente masculinas devem ser respeitadas. Por exemplo, um nariz afilado e pequeno combina esteticamente com o rosto de uma mulher mas em um homem, criaria um efeito totalmente oposto. 

A complicação mais comum nas cirurgias faciais masculinas são os hematomas. Isso porque a pele do homem apresenta uma irrigação sanguínea bem maior do que a da mulher, em decorrência da necessidade de nutrir os pelos da barba. Aliás, os pelos faciais são outra diferença fundamental entre a plástica masculina e feminina. Alguns homens podem precisar se barbear em áreas onde a pele foi reposicionada, como nas situações em que a porção localizada debaixo do queixo é puxada em direção às orelhas. Muitos homens ainda podem se tornar calvos, ou com o tempo, perder cabelos em algumas áreas, o que torna as incisões de um lifting facial e da pálpebra mais difíceis de esconder. Por isso as cirurgias devem ser estrategicamente planejadas. 

Outro fator que torna mais difícil, disfarçar qualquer cicatriz, por menor que seja, deve-se ao fato dos homens, ao contrário das mulheres, não usarem recursos que ajudam a ocultá-la como cabelos longos ou maquiagem. Em compensação, a ritidoplastia nos homens costuma apresentar melhores resultados do que nas mulheres da mesma idade. Isso porque os homens normalmente possuem uma pele mais firme e mais vascularizada, que responde melhor a esse tipo de procedimento.

Além disso, a pele do homem tende a manter a elasticidade por mais tempo do que a da mulher, o que é um fator importante na velocidade de recuperação do pós-operatório e no resultado final da cirurgia.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Orelhas de abano: qual a hora certa de operar?

Médico nenhum discute: por volta dos 3 anos e meio de idade, as cartilagens das orelhas já atingiram 90% do seu tamanho. Em tese, portanto, crianças que apresentam as orelhas um tanto proeminentes poderiam submeter-se à otoplastia bem cedo. Apesar dos bons resultados deste procedimento, é sempre bom se perguntar: convém submeter uma criança tão pequena a uma cirurgia, por mais simples que ela seja? Esse tipo de procedimento não serviria mais para aplacar a ansiedade dos pais do que para poupar a criança do estigma que costuma acompanhá-la, se tiver as chamadas orelhas em abano?
No Brasil, os cirurgiões plásticos recomendam que se espere até 6 ou 7 anos. Não que a otoplastia seja proibida antes disso, mas é preciso levar em conta fatores físicos e psicológicos. Com menos de 4 anos, a criança ainda não se deu conta de que tem as orelhas protuberantes e, portanto, ainda não enfrenta os problemas de rejeição que costumam afetar os mais velhos.
Como em grande parte das indicações estéticas, na área da cirurgia plástica, a indicação de tratamento deve partir da vontade do próprio paciente. O papel do cirurgião plástico, nos casos de orelhas em abano é o de estabelecer se os anseios do paciente são reais, que tipo de tratamento é o mais indicado para cada caso e mostrar que este é um tratamento médico, com limitações e riscos.
Apesar da maioria dos pacientes com este problema ser de crianças, a queixa dos pais não é suficiente para indicar o tratamento. É indispensável algum indício de desconforto do próprio paciente, neste caso da própria criança, com a deformidade.
Uma avaliação clínica e laboratorial pré-operatória é fundamental para estabelecer se o paciente está em boas condições para se submeter a um procedimento anestésico e cirúrgico. A otoplastia é realizada para aproximar a orelha da cabeça, corrigindo a forma e o "desenho" do órgão. O procedimento cirúrgico é feito através de um corte interno na pele atrás da orelha. A pele é descolada da cartilagem e fixada na nova posição com pontos internos.
A anestesia pode ser local ou geral. A escolha do método de anestesia, sempre em comum acordo com o anestesista, levará em consideração o tamanho da cirurgia, as condições clínicas, psicológicas e a idade do paciente. A otoplastia é normalmente realizada em caráter ambulatorial, com alta hospitalar algumas horas após a recuperação da anestesia.
É preciso levar em conta também o pós-operatório, muito mais tranquilo nas crianças com 7 ou 8 anos. Nessa faixa etária, eles já são cooperativos na hora de trocar os curativos e tirar os pontos. E esse é outro fator que contribui para o sucesso da operação.
O pequeno paciente vai para casa com um curativo e ataduras. Os cuidados pós-operatórios variam segundo a complexidade dos procedimentos efetuados. Haverá um inchaço maior nos primeiros dois dias, que gradativamente vai diminuindo. Os pontos externos são retirados entre 6-8 dias e, em geral, este é o tempo suficiente para que o paciente retorne às suas atividades sociais e laborais. Pelo menos três meses são necessários para se observar o resultado final do tratamento.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Em busca do bem-estar



Decidir por uma cirurgia plástica é algo que requer muita informação, preparo e confiança. A começar pela parte mais difícil que é fazer ou não o procedimento estético. Sempre falamos que é muito importante buscar as verdadeiras motivações para se submeter à plástica, pois ela influenciará no seu bem-estar e na sua autoestima. Nem sempre aquilo que queremos está ao nosso alcance, mas, com um bom planejamento, você terá um novo sorriso de satisfação.
Nem sempre a preocupação das pessoas que almejam uma cirurgia plástica são os detalhes de como acontece o procedimento. Futuros pacientes se preocupam mais com o custeamento da plástica que a influência que ela pode ter no estilo de vida. Mas, já parou para pensar que, se você tem um desvio de septo, por exemplo, o custo da cirurgia de rinoplastia é o menos relevante? Afinal, ao se submeter a ela, você se dá uma chance para respirar melhor, de dormir sem ter medo de roncar e evitar problemas futuros.
Acima de tudo, é importante frisar e colocar no topo a influência da cirurgia escolhida para sua vida. O que ela lhe trará de positivo? Como você se sentirá depois dela? Quais as preocupações que ela diminuirá assim que for feita? São esses pontos que devem ser estudados com prioridade, dentre tantos outros que fará você se encorajar e realizar a tão esperada cirurgia plástica. Tomar essa decisão nunca é fácil, mas se os prós forem maiores que os contras, não há motivo para retroceder àquilo que deseja.
Sim, há procedimentos mais caros que outros, mas se algo lhe incomoda e afeta como você se vê diante do espelho, acredite, não há preço que pague o retorno da autoestima. Pensar em valores não é tão importante quanto escolher o cirurgião adequado, conversar com ele sobre os possíveis resultados e imaginar o quanto sua vida pessoal e social melhorará após a cirurgia. Sempre pense no que é bom para você e evite ao máximo se espelhar nos outros. Coloque-se em prioridade e analise se é isso mesmo que deseja.
O procedimento estético pode ser realizado pela reconquista do bem-estar, contudo, os efeitos dela vão direto para a harmonia e a integração de corpo e mente, sem contar que o paciente volta a se sentir confiante. Nem sempre o que espelhamos por fora é como nos sentimos por dentro, e isso afeta todo nosso cotidiano. Por vaidade ou não, dê-se uma chance para voltar a sorrir!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Quelóide: O que é? Quais opções de tratamento?


Desenvolver uma cicatriz desagradável pode comprometer o resultado de qualquer cirurgia, ainda mais quando se trata de uma cirurgia estética. Neste contexto a cicatrização e o surgimento de quelóides se tornam uma das principais preocupações e medo de quem se submete a uma cirurgia plástica.


Diferença entre Quelóide e Cicatriz Hipertrófica

Apesar de o quelóide ser um tipo cicatriz específica, muitos pacientes o confunde a qualquer cicatriz que não seja a ideal, porém nem sempre isso não é verdade.  Quelóide é uma cicatriz alta, grossa, geralmente acompanhada de coceira ou dor e tem forte componente genético. Geralmente, começa a coçar e se tornar em alto relevo depois de 3 semanas a 3 meses da cirurgia. Não regride sem tratamento, ficando alta e grossa permanentemente.
Confundida constantemente com o quelóide, a cicatriz hipertrófica é um tipo de cicatriz que se assemelha a um quelóide, mas não é tão intensa e regride sozinha com o tempo, ficando plana na maioria das vezes depois de 6 a 16 meses da cirurgia. Outras cicatrizes inestéticas rotuladas de quelóide são cicatrizes alargadas, atróficas (planas) ou retraídas. Todas elas não apresentam alto relevo, apesar de serem esteticamente indesejáveis.


O quelóide é caracterizado por uma grande produção descontrolada de colágeno. Este exagero na produção faz com que a cicatriz, em vez de plana, fique em alto relevo e invada a pele íntegra, ultrapassando os limites originais da lesão.

Tratamentos



Os tratamentos para quelóide visam a reduzir a produção de colágeno ou diminuir o acúmulo deste. Cremes ou placas a base de silicone, assim como a compressão da área da cicatriz e cremes de corticoides são alguns exemplos. Porém, uma vez em formação, quando o relevo já está alto, estes tratamentos não ajudam muito. A injeção de corticoide é mais eficaz na tentativa de paralisar o crescimento ou minimizar o quelóide, proporcionando as vezes, até a involução.


Os lasers estão ainda em fase de desenvolvimento e podem ser uma alternativa, apesar de ainda não mostrarem resultados sólidos na regressão dos quelóides. Uma vez bem desenvolvido, alto e largo, não há tratamento que faça o quelóide ter grande redução e a cirurgia passa a ser o tratamento mais eficaz. Outra questão a ser avaliada é se o quelóide pode ser retirado por completo. Devido à localização e tamanho, podem ser necessárias algumas cirurgias para minimizar o problema e nem sempre é possível eliminá-lo.


Na verdade, a cirurgia retira o problema e inicia nova cicatriz do zero. A vantagem dela é permitir uma tentativa de controle da nova cicatriz. Se nada for feito o quelóide seguramente retornará. Logo, é necessário fazer algum tratamento depois da cirurgia.





quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Drenagem linfática no pós-operatório: conheça os benefícios


Manter alguns cuidados após a realização de uma cirurgia é fundamental para que se obtenha os resultados desejados. E é aí que a drenagem linfática entra como grande aliada da mulher. Como? Após uma cirurgia, a pessoa normalmente retém uma quantidade de líquido maior do que o corpo consegue drenar, e por isso a drenagem linfática é necessária a fim de reduzir a retenção hídrica, melhorar a circulação sanguínea e até mesmo aliviar as dores. A massagem também auxilia na remoção de hematomas, redução de fibrose, acelera o processo de cicatrização e recuperação pós-operatório, aumentando a hidratação e nutrição celular.

A técnica é indispensável em cirurgias como a lipoaspiração e abdominoplastia, já que, como mencionado, é importante que a técnica ative a circulação, pois as células e placas podem ficar paradas na região abdominal devido à cirurgia, causando inchaço e deformidade. No entanto, a drenagem linfática também é indicada em casos demamoplastia, hidrolipoaspiração, blefaroplastia, rinoplastia, ritidoplastia, mastectomia total ou parcial e cirurgias de prótese de silicone.


   É fundamental a avaliação de um profissional qualificado para determinar quantas sessões serão necessárias. A quantidade pode variar de acordo com cada metabolismo, mas geralmente inicia-se com dez sessões e conclui-se o tratamento assim que a paciente esteja totalmente recuperada dos edemas e hematomas. A drenagem pós-cirúrgica deve ser feita no corpo todo para estimular a circulação linfática geral. Na área operada, o trabalho deve ser mais detalhado e direcionado, de maneira lenta e delicada com o intuito de diminuir o processo inflamatório provocado pela cirurgia.Cabe ao cirurgião definir quanto tempo a pessoa deve esperar para iniciar as sessões. O tempo de espera pode variar de acordo com o procedimento, porém, em casos de lipoaspiração, por exemplo, deve-se iniciar o quanto antes, assim que a paciente suportar uma manipulação local, o que acontece geralmente após quatro ou cinco dias.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Confira dicas para entrar em forma


1. Ande mais
Um estudo do American College of Sports Medicine, principal órgão de medicina esportiva dos Estados Unidos, indica que quem caminha duas horas e meia (ou 150 minutos) por semana, em ritmo moderado a intenso, consegue perder 2,5 quilos em um mês. Passar muito tempo sentada diminui a ação da enzima lipase, responsável por quebrar as células de gordura.
2. Use polainas
Mas devem ser especiais, como as da marca Body Tog, da KA Sports. Feitas de náilon, contêm micropesinhos embutidos (os modelos variam de acordo com o peso e a altura de cada pessoa). Segundo o fabricante, se você adotar o produto durante todo o dia, preso nos braços ou nas pernas, aumentará a queima de calorias em até 20%. O princípio é o de que, submetido a uma pequena sobrecarga, seu corpo precisará de mais esforço para realizar tarefas.
3. Coma gengibre
De acordo com estudos feitos pelo Institute of Chinese Materia Medica, na China, ingerir uma porção de 5 centímetros do condimento por dia acelera o organismo em 20%.

4. Combata o efeito estufa.
Tome três copos de água gelada com limão todos os dias. A fruta é rica em ácido cítrico, que acelera a digestão e dissolve toxinas e gorduras do corpo. Mais: ela também combate os microorganismos que provocam fermentação no estômago e evita a formação de gases.

5. Tome chá de hortelã.
Uma xícara de chá antes do almoço e outra antes do jantar ativam as enzimas digestivas, aceleram a digestão e evitam o acúmulo de gordura. Prefira a erva in natura, uma vez que as versões industrializadas já oxidaram e perderam boa parte dos nutrientes. O ideal é que a bebida não seja adoçada.